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	<title>Renovatio - Clínica médica e odontológica</title>
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		<title>Uma rápida viagem pela existência atual</title>
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		<pubDate>Tue, 16 Nov 2010 12:37:11 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Medicina]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações e Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[A Medicina moderna avança a passos ultra-rápidos no desenvolvimento de novas drogas para os males que acometem a humanidade. As doenças provavelmente sempre existiram, mas ainda não haviam sido codificadas nem, tampouco, medicadas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Medicina moderna avança a passos ultra-rápidos no desenvolvimento de novas drogas para os males que acometem a humanidade. As doenças provavelmente sempre existiram, mas ainda não haviam sido codificadas nem, tampouco, medicadas.</p>
<p>Entretanto, existe em paralelo um grande investimento financeiro por parte dos laboratórios para que seus medicamentos sejam cada vez mais prescritos. Para isso eles garantem uma verba específica de incentivo a tal prática.<br />
Na área psiquiátrica, atualmente chamada de neuro-psiquiatria, os psicotrópicos são indicados para uma série de doenças que comprometem o comportamento e alteram a rotina diária das pessoas. Mas há um excesso de prescrições desnecessárias.</p>
<p>É muito mais fácil poder engolir uma pílula que garanta alguns momentos de bem-estar e uma anestesia para as dores das escolhas que fazemos, do que tentar entender o porquê dessas escolhas.</p>
<p>É claro que as medicações funcionam, mas para as reais indicações, as indicações de bula e as off-lable (indicações pela prática e conhecimento teórico do médico prescritor). Para isso o médico deve ter um bom conhecimento de farmacologia para também entender os possíveis efeitos colaterais, tão desagradáveis para quem os sente.</p>
<p>Hoje existem comprimidos para substituições alimentares, emagrecedores, que diminuem a vontade de fumar, aversivos à bebida, indutores do sono&#8230; existe literalmente remédio para tudo. Mas por que as doenças persistem? Por que não são erradicadas?</p>
<p>Posso propor uma breve resposta. Para tomarmos a decisão de mudar outra decisão, damos uma chance de estarmos errados e assim passar por cima de medos. Medos que paralisam e incapacitam. É intolerável sentir vontade de comer um sanduíche e não poder. Então, come-se o sanduíche, toma-se um purgante e marca-se a lipoaspiração para o fim da semana.</p>
<p>Não é radicalismo. Simplesmente não se fala no assunto. Falar dói. Machuca. Fere.</p>
<p>O ser humano é o único que sente o prazer e é capaz de interpretar isso. Vivemos para ter prazer, para estimularmos nosso sistema nervoso central a produzir substância que nos proporcionem mais prazer. Não o prazer pelo vazio, do fútil, do visual. Mas o prazer interno. O que nos deixa confortáveis. Que nos remetem a outros momentos passados semelhantes.</p>
<p>Acredito hoje que a forma mais eficaz de entendermos a nossa realidade é passarmos por uma psicoterapia. Essa pode ser feita por profissionais do ramos (psicólogos e psiquiatras), ou até mesmo por outras atividades que incentivem uma viagem ao interior do psicológico individual e nos façam enxergar quem realmente somos. Assim assumimos o papel de nós mesmos e vivemos a real realidade, como redundância intencional.</p>
<p>A associação da terapia farmacológica e psicoterapia é a ideal para um bom tratamento. Infelizmente leva-se um tempo maior, mas a recompensa gratifica. O caminho é tortuoso, com outras personagens, altos e baixos. Enfim, é uma representação do que acontece com o próprio sujeito. Isso torna a viagem interessante e desafiadora.</p>
<p>A psiquiatria e a psicologia não tratam mais de loucos e lunáticos. Hoje eles fazem parte da menor parte de nossos consultórios. Tratamos de problemas do cotidiano, que nos desafiam e nos fazem ter reações positivas ou negativas e que levamos para dentro de nossas casas.</p>
<p><strong>Dr. Nelson Cardoso<br />
</strong>Psiquiatra – CRM – 14161</p>
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		<title>Terapia, medicação e alimentação, quando chega a hora de buscar um equilíbrio de vida saudável</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 11:49:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Orientações e Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Psicologia]]></category>

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		<description><![CDATA[Hoje em dia a maioria das pessoas só se preocupa com contas a pagar, acúmulo de tarefas, medo de perder emprego, de ficar sozinhas, fazendo com que fique cada vez mais difícil sair da rotina dos problemas do cotidiano.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Hoje em dia a maioria das pessoas só se preocupa com contas a pagar, acúmulo de tarefas, medo de perder emprego, de ficar sozinhas, fazendo com que fique cada vez mais difícil sair da rotina dos problemas do cotidiano. Este modo de vida atual acaba causando um estresse negativo, que esta ligado a varias doenças, tais como: transtorno do pânico, hipertensão, doenças auto imunes, doenças cardiovasculares, acidente vascular celebral (AVC), entre outras. O problema é que na maioria das vezes se deixa chegar ao extremo até perceber o que esta acontecendo. A doença pode surgir naturalmente, podendo ser tratada de forma tradicional, mas com o organismo estressado essa doença pode se tornar um problema mais sério. Muitas vezes tratamos os sintomas, mas não a causa.</p>
<p>Pode-se evitar adoecer, se souber dar leitura ao que esta acontecendo com a cabeça e o corpo. Geralmente ocorrem mudanças bruscas no organismo: falta de memória, insônia, dificuldade de concentração, taquicardia, diminuição da libido, dores musculares, feridas ou manchas na pele, são indícios bem claros que algo está errado e é nessa hora que se deve procurar ajuda de um profissional para um tratamento, que varia de acordo com cada caso, podendo ser nutricional, medicamentoso e/ou terapêutico. E é nesse momento que entra os profissionais dessas áreas.<br />
Geralmente um tratamento com psicólogo, psiquiatra e um nutricionista, ajuda muito a trazer um equilíbrio de  vida saudável, fazendo com que a rotina diária se torne muito mais prática e menos pesada, evitando assim, vários problemas de saúde.</p>
<p>O importante é conhecer os limites, traçar metas leves, ter um vida saudável,  comer devagar, evitar excesso de açucares, gorduras e bebidas com cafeínas, ter uma dieta balanceada, deixar um tempo para curtir a família e os amigos, dar uma pausa no serviço para um relaxamento, não valorizar tanto os problemas pequenos, procurar conversar e desabafar, pensar sempre positivo, fazer atividades prazerosas e procurar um profissional da área da saúde sempre que precisar, um check-up nunca é demais.</p>
<p><strong>Dr° Rafael Leonardo Cerávolo</strong><br />
Psicólogo – CRP- 12/08725</p>
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		<title>Educação Nutricional com a Terceira Idade</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:16:16 +0000</pubDate>
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				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
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		<description><![CDATA[Pesquisas na áre da saúde vêm mostrando formas de melhorar a qualidade de vida daqueles que estão no processo de envelhecer, e uma das formas de se obter essa melhoria é o desenvolvimento de Programas de Saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2006, esses programas, que têm como base a comunidade e que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisas na áre da saúde vêm mostrando formas de melhorar a qualidade de vida daqueles que estão no processo de envelhecer, e uma das formas de se obter essa melhoria é o desenvolvimento de Programas de Saúde. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 2006, esses programas, que têm como base a comunidade e que implicam promoção da saúde do idoso, devem ter a nutrição como uma das áreas prioritárias.</p>
<p>Dentre outros fatores, a alimentação saudável atua de forma determinante no processo de prevenção, conservação e recuperação da saúde do idoso, que tem nesse momento de sua vida necessidade de reposição de alguns nutrientes como vitaminas, minerais e redução de outros como é o caso do sódio que colabora para a retenção de líquido e agrava a hipertensão arterial comum na pessoa idosa.</p>
<p>A Política Nacional de Promoção da Saúde, em relação à Alimentação Saudável especifica (BRASIL. MS, 2006, p.27): &#8220;Disseminar a cultura da alimentação saudável em consonância com os atributos e princípios do Guia Alimentar da População Brasileira Divulgação ampla do “Guia Alimentar da População Brasileira” para todos os setores da sociedade. Produção e distribuição de material educativo (guia alimentar da população brasileira, 10 passos para uma alimentação saudável para diabéticos e hipertensos, cadernos de atenção básica sobre prevenção e tratamento da obesidade e orientações para a alimentação saudável dos idosos)&#8221;.</p>
<p>Uma boa alimentação desde a infância aumenta as chances de maior longevidade e melhor qualidade de vida na velhice. Entretanto, as necessidades nutricionais da população idosa não estão ainda completamente definidas. Fatores como mudança na composição corporal, diminuição de metabolismo basal e da atividade física, bem como menor eficiência funcional e metabólica em diversos órgãos e sistemas, podem, afetar as necessidades nutricionais dessa população.</p>
<p>No processo de envelhecimento a importância da alimentação é comprovada por estudos epidemiológicos, clínicos e de intervenção, que têm demonstrado a ligação entre o tipo de dieta e o surgimento de doenças crônicas não transmissíveis, incluindo as cardíacas, coronarianas, cérebro &#8211; vasculares, vários tipos de cânceres, diabetes, cálculos biliares, cáries dentárias, distúrbios gastrointestinais e várias doenças ósseas e de articulações</p>
<p>Dessa forma, no  intresse da sáude do idoso, o conselheiro nutricional deve perceber que existem grandes variações no desenvolvimento de um indivíduo, e que restringir a educação nutricional em virtude da idade pode não ser válido, pois os idosos podem ser capazes de continuar a aprender e a mudar os comportamentos quando participam de estratégias específicas de aconselhamento que o auxiliam a adaptar a perda da memória associada ao declínio da idade.</p>
<p>O aconselhamento desses indivíduos tem de considerar as mudanças sensoriais do envelhecimento que interferem no ensino-aprendizado, tais como o declínio da visão e da audição (embora nem sempre estejam correlacionados com a idade cronológica do indivíduo), a acuidade auditiva diminuída que torna necessário o uso de informações claras e simples, falar devagar e repetir os pontos mais importantes.  Para a acuidade visual diminuída, deve-se certificar-se de que a luz ambiental esteja suficientemente clara e encorajar o uso de óculos.  Usar poucos materiais visuais, cores contrastantes e bem definidas (sem sombras), com letras grandes, facilita o trabalho.  Quanto à percepção distorcida de cores, deve-se evitar usar as cores azul, verde e violeta nos materiais educativos e o uso de superfícies brilhantes ou plástica.</p>
<p>Ao realizar a educação nutricional o  instrutor deve ser o facilitador e possuir vários papéis bem definidos como organizador, contato, controlador e autoridade em nutrição. Sua função mais importante, porém, é a de exercitar o bom julgamento. A efetividade do facilitador depende de um preparo e estudo extenso, adequado e freqüente, de um diagnóstico cuidadoso, planejamento, conhecimento e consideração das alternativas, ou seja, flexibilidade para trabalhar com essa população encatadora que é a &#8220;terceira idade&#8221;.</p>
<p>Marcia Piazza<br />
Nutricionista Clínica e Personal Diet</p>
<p><strong>REFERENCIAS:</strong><br />
CERVATO, A. M. Intervenção nutricional educativa: promovendo a saúde de adultos e idosos em Universidades Abertas para Terceira Idade. Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, 1999. p. 227.<br />
CUPPARI, Lílian. Nutrição Clínica no Adulto. 2. ed. São Paulo: Tamboré, 2005. p.141 a 144.</p>
<p>MAHAN, L. Katheen; STUMP, Sylvia Escott. Krause: Nutrição &#038; Dietoterapia.10. ed. São Paulo: Roca, 2003. p.286.</p>
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		<title>Viabilidade da Alimentação Saudável: Uma Proposta de Educação Nutricional junto à Terceira Idade</title>
		<link>http://www.clinicarenovatio.com.br/274/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:11:55 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Sabe-se que os hábitos alimentares são arraigados na vida dos indivíduos e transmitidos de gerações em gerações, através dos tempos, de forma tão forte, que muitas vezes se torna difícil a adequação de uma alimentação balanceada que forneça saúde e prazer ao mesmo tempo. Pesquisas na área da saúde comprovam a estreita relação entre uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe-se que os hábitos alimentares são arraigados na vida dos indivíduos e transmitidos de gerações em gerações, através dos tempos, de forma tão forte, que muitas vezes se torna difícil a adequação de uma alimentação balanceada que forneça saúde e prazer ao mesmo tempo. Pesquisas na área da saúde comprovam a estreita relação entre uma alimentação inadequada e doenças como: obesidade, diabetes, hipertensão arterial, anorexia, cardiopatias e outras, que vem aumentando em muitos países incluindo o Brasil (FRANK; SOARES, 2004).</p>
<p>A alimentação saudável depende de fatores sócio-econômico culturais, fisiopatológicos, psicológicos e cognitivos. O idoso necessita adaptar seu hábito alimentar à sua nova condição imposta pela idade, ou seja, ele deve se alimentar, não da mesma forma que o fazia quando jovem, e sim modificando o seu cardápio para alimentos que contenham substâncias com propriedades nutritivas e que não sejam hipercalóricos. Para tal há a necessidade de orientação por profissionais capacitados, dentre eles o nutricionista, que pode estimular à mudança na alimentação, de forma adequada à nova demanda inerente ao envelhecimento. Pode ainda, oferecer o suporte necessário para a formação de novos hábitos alimentares, deixando evidente o cuidado nas preparações dos alimentos que podem precisar de ajustes e restrições, conforme a necessidade do idoso (FRANK; SOARES, 2004).</p>
<p>Todavia, não se pode dizer que, hoje em dia, as pessoas estejam desinformadas sobre alimentos que lhes tragam benefícios e os que prejudicam a sua saúde. Prova disso é que quando se questiona uma pessoa sobre a sua alimentação, ela parece repetir um verso decorado: “como bastante salada, fruta e peito de frango grelhado”. Mas mesmo assim as doenças relacionadas à alimentação inadequada continuam crescendo, o que nos leva a crer que esse discurso fica na maioria das vezes só na teoria</p>
<p>Em um país onde existem milhões de pessoas passando fome, parece ser contraditório o grande número de obesos. Foi-se o tempo em que “gordura” era sinal de saúde. A desnutrição pode ser concomitante ao sobrepeso ou a obesidade, ao contrário do que se pensa, ela não está relacionada somente a magreza e sim um estado mórbido secundário a uma deficiência ou excesso, relativo ou absoluto, de um ou mais nutrientes essenciais (MAHAN; STUMP, 2003).</p>
<p>Apesar de a mídia divulgar semanalmente pautas sobre alimentação saudável e qualidade de vida, a desnutrição, também está em ascendência na população idosa. A mesma mídia que esclarece, corrompe os consumidores com um bombardeio de ofertas de produtos prontos, cheios de conservantes, que prometem rapidez e praticidade sem se preocupar muito com a saúde de quem os consome.</p>
<p>Muitas vezes o argumento usado para uma alimentação inadequada é a falta de recursos financeiros, porém o desperdício no Brasil alcança níveis altíssimos. Talos e folhas ricos em nutrientes que poderiam estar incrementando as preparações e as deixando mais saborosas, nutritivas e baratas, são jogados fora sem o menor critério, ao mesmo tempo em que cresce o consumo por produtos industrializados com maior custo.  Os índices de desperdício de alimentos no Brasil, um país com 46 milhões de famintos batem recordes mundiais. Estudo realizado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA, 2003) no Centro de Agroindústria de Alimentos mostra que o brasileiro joga fora mais do que aquilo que come. Em hortaliças, por exemplo, o total anual de desperdício é de 37 quilos por habitante. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que, nas dez maiores capitais do Brasil, o cidadão consome 35 quilos de alimentos ao ano, dois a menos do que o total que joga no lixo (SESC/DN, 2003).</p>
<p>Por outro lado, é comum ver pessoas idosas, que vivem sozinhas, consumirem alimentos industrializados como “macarrão instantâneo” por não se sentirem motivadas a prepararem uma refeição saudável para comerem sozinhas.</p>
<p>Os malefícios do consumo exagerado de produtos industrializados causam prejuízos a curto, médio e em longo prazo. Isto pode ser evidenciado pela grande quantidade de lixo que esses produtos geram pelo excesso de embalagens de plásticos, metais, vidros e outros. Estas embalagens levam milhares de anos poluindo o solo e dessa forma, dificultam o desenvolvimento sustentável impedindo que os indivíduos usufruam dos recursos naturais sem destruí-los, conservando-os para garantir a sobrevivência de gerações futuras (DIAS, 2003).</p>
<p>As diretrizes do Sistema Único de Saúde – SUS tem como uma de suas prioridades o compromisso público da construção do PACTO PELA SAÚDE 2006, tendo dentre seus componentes o PACTO PELA VIDA, que abrange dentre outros os seguintes itens (BRASIL, 2006):</p>
<ul>
<li>Item A &#8211; SAÚDE DO IDOSO: implantar a Política Nacional de Saúde da pessoa idosa, buscando a atenção integral.</li>
<li>Item E- PROMOÇÃO DA SAÚDE: elaborar e implantar a Política Nacional de Promoção da Saúde, com ênfase na adoção de hábitos saudáveis por parte da população brasileira, de forma a internalizar a responsabilidade individual da prática de atividade física regular, alimentação saudável e combate ao tabagismo.</li>
</ul>
<p>Desse modo, tudo isso nos faz pensar em formas mais eficientes, algo que realmente sensibilize e leve a uma tentativa de mudança no comportamento alimentar do idoso.</p>
<p>Marcia Piazza<br />
Nutricionista Clínica e Personal Diet</p>
<p><strong>Referencias<br />
</strong><br />
FRANK, Andreá A.; SOARES Eliane A. Nutrição no Envelhecer. São Paulo: Editora Atheneu, 2004. p. 3, 211 a 260.</p>
<p>MAHAN, L. Katheen; STUMP, Sylvia Escott. Krause: Nutrição &amp; Dietoterapia.10. ed. São Paulo: Roca, 2003. p.286.</p>
<p>SESC/DN. Banco de Alimentos e Colheita Urbana: Aproveitamento Integral dos Alimentos. Rio de Janeiro: 2003. p. 45.</p>
<p>DIAS, Genebaldo Freire – Educação Ambiental &#8211; Princípios e Práticas &#8211; 8ª ed. São Paulo: Gaia, 2003. p. 46 a 49.</p>
<p>Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde, Departamento de Atenção Básica – Brasília: Ministério da Saúde, 2006. p. 24 &#8211; 26.</p>
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		<title>Atuação do Nutricionista em Unidades de Alimentação e Nutrição (Uan)</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 20:09:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A ciência da Nutrição e a Gastronomia evoluíram e se tornaram interdependentes caminhando junto com a História da Alimentação, e ainda, só podem existir graças a ela. A alimentação é fator primordial na rotina diária dos indivíduos, não apenas por ser necessidade básica, mas principalmente porque a sua obtenção tornou-se um problema de saúde pública, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A ciência da Nutrição e a Gastronomia evoluíram e se tornaram interdependentes caminhando junto com a História da Alimentação, e ainda, só podem existir graças a ela. A alimentação é fator primordial na rotina diária dos indivíduos, não apenas por ser necessidade básica, mas principalmente porque a sua obtenção tornou-se um problema de saúde pública, uma vez que o excesso ou falta da mesma podem causar doenças (CARNEIRO, 2004).</p>
<p>Com o crescimento profissional, especializações e falta de tempo, cada vez mais pessoas realizam as suas refeições fora de casa. No Brasil, estima-se que, de cada cinco refeições, uma é feita fora de casa. Esse número indica um grande potencial no aumento e desenvolvimento dos estabelecimentos que produzem alimentos para consumo imediato no país. Estes estabelecimentos, fornecedores de alimentos prontos, incluem as Unidades de Alimentação e Nutrição (UAN) de porte e tipos de organização diferentes entre si, como restaurantes comerciais, restaurantes de hotéis, serviços de motéis, coffee shops, buffets, lanchonetes, cozinhas industriais, fast food, catering, panificadoras e confeitarias e cozinhas hospitalares (ABERC, 2002, BRASIL, 2004).</p>
<p>Contudo, com o crescimento do mercado de alimentação cria-se a necessidade da especialização em busca de um diferencial competitivo nas empresas por meio da melhoria da qualidade dos produtos e serviços oferecidos, para que esse diferencial determine quais permanecerão no mercado sendo esta a mais moderna meta no atendimento aos consumidores, a tão almejada “Qualidade Total” (ARAÚJO e CARDOSO, 2002). Desta forma explica-se a qualidade como um conceito variável alcançado à medida que um determinado produto satisfaz o cliente. O controle de qualidade é a manutenção dos produtos e serviços dentro dos níveis de tolerância aceitáveis para o consumidor ou comprador. Desse modo, para avaliar a qualidade de um produto alimentar, deve ser mensurado o grau em que o produto satisfaz os requisitos específicos, sendo que esses níveis de tolerância e requisitos se expressam por meio de normas, padrões e especificações (CAVALLI e SALAY, 2001).</p>
<p>Em relação às unidades de alimentação e nutrição (UAN), a qualidade está associada a aspectos intrínsecos do alimento (qualidade nutricional e sensorial), à segurança (qualidades higiênico-sanitárias), ao atendimento (relação cliente-fornecedor), e ao preço (ABERC, 2002). Um dos principais objetivos da UAN, além de fornecer uma alimentação equilibrada no ponto de vista nutritivo, é o de oferecer refeições seguras no ponto de vista higiênico sanitário, visto que, baseados em dados epidemiológicos, as unidades produtoras de alimentos são um dos principais locais onde ocorrem surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTAs) (CAVALLI e SALAY, 2001).</p>
<p>Portanto, se pode afirmar que a atuação do nutricionista em UAN não se resume em alimentar o cliente, mas garantir a qualidade e a segurança do alimento do ponto de vista higiênico-sanitário, não apresentando contaminação, para tal é de responsabilidade do mesmo o treinamento de toda a equipe de produção (SILVA, 2002).</p>
<p>Conforme o Conselho Federal de Nutricionistas (CFN, 2005), o Nutricionista, no exercício de suas atribuições em Unidades de Alimentação e Nutrição, deve planejar, organizar, dirigir, supervisionar e avaliar os serviços de alimentação e nutrição, além de realizar assistência e educação nutricional a coletividade ou indivíduos sadios ou enfermos em instituições públicas e privadas. Para realizar tais atribuições dentro de uma UAN, o profissional deverá planejar e supervisionar a execução da adequação de instalações físicas, bem como o dimensionamento da seleção de compra e manutenção dos mesmos; elaborar e avaliar os cardápios, adequando-os ao perfil epidemiológico da clientela atendida; selecionar fornecedores, incluindo compra de alimentos, recebimento e armazenamento dos mesmos; executar os cálculos de valor nutritivo, rendimento e custo das refeições/preparações culinárias, implantando, coordenando e supervisionando as atividades de pré-preparo, preparo, distribuição e transporte de refeições, devendo também coordenar o desenvolvimento de receituários e respectivas fichas técnicas, avaliando periodicamente as preparações culinárias.</p>
<p>O CFN, (2005), prevê ainda que o profissional estabeleça e implante procedimentos operacionais padronizados; elaborare e implemente o Manual de Boas Práticas, implante, coordene e supervisione as atividades de higienização de ambientes, veículos de transporte de alimentos, equipamentos e utensílios, executando, desta forma, programas de treinamento, atualização e aperfeiçoamento de colaboradores. O nutricionista deve promover programas de educação alimentar e nutricional para clientes; detectar e encaminhar ao hierárquico superior e às autoridades competentes, relatórios sobre condições da UAN impeditivas da boa prática profissional e/ou que coloquem em risco a saúde humana.</p>
<p>O profissional de nutrição deve desenvolver métodos de controle de qualidade de alimentos, em conformidade com a legislação vigente; coordenar e supervisionar métodos de controle de qualidade organoléptica das refeições e/ou preparações, por meio de testes de análise sensorial de alimentos, bem como atividades complementares na UAN: participar do planejamento e gestão dos recursos econômico-financeiros da UAN; implantação e execução de projetos de estrutura física da UAN; implantar e supervisionar o controle periódico das sobras, do resto-ingestão e análise de desperdícios, promovendo a consciência social, ecológica e ambiental.</p>
<p>É função deste profissional a participação da definição do perfil, do recrutamento, da seleção e avaliação de desempenho de colaboradores; o planejamento, supervisão e/ou execução das atividades referentes a informações nutricionais e técnicas de atendimento direto aos clientes/pacientes; participação da execução de eventos, visando à conscientização dos empresários da área e representantes de instituições, quanto à responsabilidade dos mesmos na saúde coletiva e divulgando o papel do Nutricionista (CFN, 2005).</p>
<p>O CFN (2005) especifica que o nutricionista em UAN pode realizar ainda outras atividades como organizar a visitação de clientes às áreas da UAN, realizar e divulgar estudos e pesquisas relacionados à sua área de atuação, promover o intercâmbio técnico-científico; prestar serviços de auditoria, consultoria e assessoria na área, participar do planejamento e execução de programas de treinamento, estágios para alunos de nutrição e educação continuada para profissionais de saúde, desde que sejam preservadas as atribuições privativas do nutricionista.</p>
<p>Conclui-se então  a importante responsabilidade da  vasta e instigante atuação do nutricionista em unidades de alimentação e nutrição.</p>
<p><strong>Marcia Piazza</strong><br />
Nutricionista Clínica e Personal Diet</p>
<p>Referências</p>
<p>ABERC &#8211; Associação Brasileira das Empresas de refeições Coletivas. Manual ABERC de Práticas de Elaboração e Serviço de Refeições para Coletividades. 8 ed. São Paulo, 2002.</p>
<p>ARAÚJO WMC, Cardoso L. Qualidade dos alimentos comercializados no Distrito Federal no período de 1997-2001. Dissertação. Universidade de Brasília, Brasília, 2002.</p>
<p>CARNEIRO, H. Comida e sociedade: uma história da alimentação. Rio de Janeiro: Campus, 2003.</p>
<p>CAVALLI, S. B.; SALAY, E. Segurança do Alimento e Recursos Humanos: estudo exploratório em restaurantes comerciais dos municípios de Campinas, SP e Porto Alegre, RS. Higiene Alimentar, v. 18, n. 126, 2001. p. 29-35.</p>
<p>CONSELHO FEDERAL DE NUTRIÇÃO. Resolução 380/2005. Atribuições do Nutricionista. Disponível em: http://www.cfn.org.br/novosite/pdf/res/2005/res380.pdf.  Acesso em: 30 mar.2008.</p>
<p>SILVA Junior, Eneo Alva da. Manual de Controle higiênico-sanitário em alimentos. São Paulo: Editora Varela, 2002. p. 53-85.</p>
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		<title>Alimentação X Restrição</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Oct 2010 19:51:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Nutrição]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações e Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda vez que ouvimos falar em “Dieta”, associamos imediatamente a restrições, sofrimento e dor. Na verdade a palavra Dieta significa “normas alimentares seguidas por um indivíduo”, ou seja, os seus hábitos alimentares diários sejam eles saudáveis ou não é a sua dieta. A grande vilã da história, aquela que nos arrepia, chama-se “Dieta Restritiva”, mas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Toda vez que ouvimos falar em “Dieta”, associamos imediatamente a restrições, sofrimento e dor. Na verdade a palavra Dieta significa “normas alimentares seguidas por um indivíduo”, ou seja, os seus hábitos alimentares diários sejam eles saudáveis ou não é a sua dieta.</p>
<p>A grande vilã da história, aquela que nos arrepia, chama-se “Dieta Restritiva”, mas não vamos falar dela nesse capítulo inicial.</p>
<p>Vamos começar a falar em Dieta Equilibrada, ou melhor, substituiremos o termo “dieta” por “alimentação”. Leva tempo para desfazermos um conceito antigo, não vamos arriscar não é mesmo?</p>
<p>Para que o nosso organismo realize bem todas as suas funções, precisamos, como uma máquina, de “combustível”. Esses “combustíveis” são os nutrientes que devem ser o mais variado possíveis incluindo Carboidratos, Proteínas, Gorduras, Vitaminas, Minerais e Fibras.</p>
<p>Você sabia que os franceses, apesar de sua culinária regada à manteiga e vinho, têm um baixo índice de doenças cardíacas? Não seria porque além de fazerem desse momento um ato de extremo prazer, suas preparações são consumidas em pequenas quantidades?</p>
<p>Pois bem, vamos começar uma viajem a reeducação alimentar percorrendo um caminho que nos levará a saúde e a boa forma!</p>
<ul>
<li>Ao compor o seu prato procure colocar um alimento de cada grupo;</li>
<li>Utilize para servir, colher das de sopa e não colheres grandes;</li>
<li>Faça que seu prato esteja o mais colorido possível, isso vai garantir variedade de nutrientes;</li>
<li>Procure relaxar na hora de comer, respire fundo, coma devagar, isso fará com que você coma o suficiente para ter prazer e bem estar;</li>
<li>Não rejeite a salada, mesmo quando você for naquela churrascaria maravilhosa, lembre-se, as fibras encontradas na salada vão ajudar a absorver e retirar do seu organismo as gorduras que você certamente vai ingerir naquela picanha ao alho e óleo;</li>
<li>Coma frutas nos intervalos das refeições (opte por frutas da época, tem mais qualidade e melhor preço);</li>
<li>Crie o hábito de beber água diariamente (mantenha sempre uma garrafinha com água perto de você, isso vai ajudar a lembrá-lo);</li>
<li>Comece a introduzir na sua alimentação alimentos integrais, eles são ricos em fibras o que facilita a função do intestino entre outras. Na construção do seu prato, quanto à quantidade e qualidade, assuma uma postura crítica e haja sempre com a razão, nunca com o coração;</li>
<li>E finalmente adote o seguinte lema ao realizar essa tarefa: Tenho mais do que preciso!</li>
</ul>
<p>Ao final dessa série espero compartilhar com os leitores de um sentimento que facilita a vida em todos os seus segmentos, Equilíbrio!</p>
<p>Márcia Piazza</p>
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		<title>3º Molar</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 15:49:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações e Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[1. Quantos dentes do siso existem? Existem quatro dentes do siso: dois superiores, sendo um direito e um esquerdo, e dois inferiores, também direito e esquerdo. 2. Em que idade eles normalmente erupcionam? A erupção ocorre normalmente dos 17 aos 20 anos; portanto, são os últimos dentes da dentição a erupcionar. 3. Por que às [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>1. Quantos dentes do siso existem?</strong><br />
Existem quatro dentes do siso: dois superiores, sendo um direito e um esquerdo, e dois inferiores, também direito e esquerdo.</p>
<p><strong>2. Em que idade eles normalmente erupcionam?</strong><br />
A erupção ocorre normalmente dos 17 aos 20 anos; portanto, são os últimos dentes da dentição a erupcionar.</p>
<p><strong>3. Por que às vezes eles não erupcionam?</strong><br />
Porque algumas pessoas não possuem mesmo o dente do siso (germe dental); às vezes, não erupcionam por falta de espaço na arcada dental, ou ainda, pela posição horizontal do dente, o que dificulta a sua irrupção.</p>
<p><strong>4. 0 que acontece se ele ficar dentro do osso (não erupcionar)?<br />
</strong>Pode produzir reabsorções de dentes vizinhos, transtornos dolorosos ao paciente e possíveis degenerações (lesões císticas).</p>
<p><strong>5. 0 que acontece se ele erupcionar parcialmente?</strong><br />
A erupção parcial ocorre geralmente por falta de espaço na arcada ou pela posição horizontal do dente. Ambos os casos dificultam a erupção, ocorrendo, dessa forma, a erupção parcial do siso. Esse quadro pode provocar gengivites (inflamação da gengiva), abscessos na região, irritação local, dor e edema.</p>
<p><strong>6. É verdade que o dente do siso empurra os outros dentes, provocando mudanças de posição?</strong><br />
Há duas correntes: a primeira diz que, se houver espaço suficiente para a erupção do siso e o paciente não tiver tendência a apinhamento (mudança de posição), não haverá problemas; já a segunda diz que, se o espaço for insuficiente e o paciente, submetido à ortodontia e com tendência a apinhamentos, ou mesmo, só submetido à ortodontia, mas com a mesma tendência, poderá ter problemas futuros, como o apinhamento de dentes.</p>
<p><strong>7. Quando a gengiva do dente do siso que está erupcionando inflama, o que fazer?<br />
</strong>Deve ser feita a remoção do tampão gengival que cobre parcialmente a superfície dental (ulectomia) ou a curetagem gengival, ambos realizados pelo profissional. 0 paciente, para melhorar esse quadro inflamatório, poderá realizar higiene oral rigorosa no local; bochechos com anti-sépticos bucais podem amenizar o quadro, mas, para resolver o problema, o paciente deverá procurar um cirurgião-dentista.</p>
<p><strong>8. Quando é indicada a extração do siso?</strong><br />
A sua extração está indicada na ausência de espaço para a erupção, no posicionamento horizontal do siso, nos quadros de dor e quando se inicia a erupção e esta não se completa, ou seja, há erupção parcial do siso. Quando se faz a extração de um siso, provavelmente terá que ser feita a extração de ambos os sisos do mesmo lado, isto é, do superior e do inferior.</p>
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		<title>Dentes do Siso</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Sep 2010 15:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Odontologia]]></category>
		<category><![CDATA[Orientações e Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[Você certamente já ouviu falar sobre os dentes do siso! Dizem que são os dentes do juízo porque sua irrupção ocorre geralmente no final da adolescência. Sua denominação técnica é terceiro molar. Mas estes dentes podem prejudicar muito a sua saúde bucal e conseqüentemente a sua saúde geral, sabiam?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Você certamente já ouviu falar sobre os dentes do siso! Dizem que são os dentes do juízo porque sua irrupção ocorre geralmente no final da adolescência. Sua denominação técnica é terceiro molar. Mas estes dentes podem prejudicar muito a sua saúde bucal e conseqüentemente a sua saúde geral, sabiam?</p>
<p>Existem quatro dentes do siso, um em cada lado de cada arcada, porém algumas pessoas não possuem os mesmos. O fato de não erupcionarem pode significar que estão inclusos (dentro do osso), por falta de espaço na arcada e/ou em posição horizontal. Os principais transtornos neste tipo de caso vão desde reabsorções de dentes vizinhos e transtornos dolorosos a possíveis degenerações (lesões císticas) e tumores odontogênicos.</p>
<p>Outra importante situação é a erupção parcial do dente do siso, também por falta de espaço na arcada. Neste caso a higienização do dente é praticamente impossível de ser feita adequadamente, além de sua função mastigatória ser nula. Esse quadro pode provocar cárie, inflamação na gengiva, abcessos na região, dor e edema.</p>
<p>Já está comprovado que focos de infecção na cavidade oral e em dentes do siso prejudicam e muito o desempenho de atletas amadores e profissionais, bem como a saúde e qualidade de vida da população em geral.</p>
<p>A extração dos sisos está indicada na ausência de espaço para a erupção, no posicionamento horizontal, nos quadros de dor e de erupção parcial do dente. A cirurgia deve ser feita logo que o diagnóstico tenha sido feito e quanto mais cedo o paciente fizer mais tranqüilo será o procedimento, que se feito dentro de uma técnica precisa e com material e instrumental adequados é seguro e completamente indolor!</p>
<p>Se você está com problemas nos dentes do siso ou desconhece se os possui, procure um cirurgião dentista, que irá orientá-lo corretamente e tirar suas dúvidas.</p>
<p><strong>Lembre-se:</strong></p>
<ul>
<li>A presença de um dente na cavidade oral só é justificada se ele for passível de higienização e possuir função mastigatória!</li>
<li>Sua saúde geral depende de sua saúde bucal!</li>
</ul>
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